Normas do comitê: AMN: ASSOCIAÇÃO MERCOSUL DE NORMALIZAÇÃO

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Agregados - Verificação da reatividade potencial pelo método químico
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NM28 de 01/1994 - Agregados - Verificação da reatividade potencial pelo método químico

Prescreve método químico para verificação da reatividade potencial de agregados com álcalis do cimento.

Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em vasos e tanques de plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) - Procedimento
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NM337 de 08/2014 - Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em vasos e tanques de plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) - Procedimento

Estabelece os requisitos para o ensaio de emissão acústica (EA) de vasos e tanques (equipamentos) de plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) sobre pressão ou vácuo para determinar sua integridade estrutural.

Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em tubos reforçados com resina termocurada - Procedimento
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NM338 de 08/2014 - Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em tubos reforçados com resina termocurada - Procedimento

Estabelece os requisitos mínimos para a inspeção ou monitoração por emissão acústica (EA) de tubos reforçados com resina termocurada (TRRT), para determinar a integridade estrutural. É aplicável a tubos, acessórios, juntas e tubulações.

Laboratório clínico - Pré-analítico - Parte 4 - Critérios de rejeição para amostras biológicas
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NM311-4 de 02/2009 - Laboratório clínico - Pré-analítico - Parte 4 - Critérios de rejeição para amostras biológicas

Estabelece os critérios a ser considerados para a rejeição de amostras biológicas, reduzindo com isto a interferência pré-analitica decorrente de amostras coletadas inadequadamente.

Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 1 - Requisitos gerais e definições (ISO 155-00-1 :2000, IDT)
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NM-ISO15500-1 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 1 - Requisitos gerais e definições (ISO 155-00-1 :2000, IDT)

A Parte 1 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao uso nos tipos de veículos motorizados definidos na ISO 3833. Fornece também princípios gerais de projeto, ...

Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 12 - Válvula de alívio de pressão (PRV) (ISO 15500-12:2001, 101)
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NM-ISO15500-12 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 12 - Válvula de alívio de pressão (PRV) (ISO 15500-12:2001, 101)

A Parte 12 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao uso nos tipos de veículos a motor definidos na IS03833.

Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 14 - Válvula de excesso de fluxo (ISO 15500-14:2002, 101)
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NM-ISO15500-14 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 14 - Válvula de excesso de fluxo (ISO 15500-14:2002, 101)

A Parte 14 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao uso nos tipos de veículos a motor definidos na IS03833.

Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 2 - Desempenho e métodos gerais de ensaio (ISO 15500-2:2001, IDT)
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NM-ISO15500-2 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 2 - Desempenho e métodos gerais de ensaio (ISO 15500-2:2001, IDT)

A Parte 2 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao o uso nos tipos de veículos motorizados definidos na ISO 3833. Fornece também princípios gerais de projeto...

Diretrizes para auditoria ambiental - Princípios gerais
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NM-ISO14010 em 08/2007 - Diretrizes para auditoria ambiental - Princípios gerais

Estabelece os princípios gerais de auditoria ambiental aplicáveis a todos os tipos de auditorias ambientais. É recomendado que qualquer atividade definida como uma auditoria ambiental de acordo com esta Norma satisfaça às recomendações nela constantes.

Laboratório de análises clínicas - Instruções de utilização dos equipamentos para diagnóstico in vitro para uso profissional
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NM319 de 08/2007 - Laboratório de análises clínicas - Instruções de utilização dos equipamentos para diagnóstico in vitro para uso profissional

Especifica os requisitos aplicáveis ao conteúdo das instruções de uso dos equipamentos para diagnóstico in vitro (IVD ou DIV) para utilização profissional.

Papel, cartão e pastas celulósicas - Determinação do pH de extratos aquosos - Parte 2: Extração a quente
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NM-ISO6588-2 de 03/2007 - Papel, cartão e pastas celulósicas - Determinação do pH de extratos aquosos - Parte 2: Extração a quente

Especifica um método para a determinação do valor de pH, definido por eletrólitos extraíveis por água quente de uma amostra de papel, cartão ou pasta celulósica. esta parte da NM-ISO 6588 é aplicável a todos dos tipos de papel, cartão e pasta celulósic...

Papel e cartão - Amostragem para determinação da qualidade média
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NM-ISO186 de 04/2006 - Papel e cartão - Amostragem para determinação da qualidade média

Especifica um método para obter uma amostra representativa de um lote de papel ou cartão, incluindo papelão sólido e ondulado, a ser ensaiado para determinar se sua qualidade média cumpre ou não com as especificações estabelecidas.

Fios para enrolamentos - Métodos de ensaios - Parte 6: Propriedades térmicas (IEC 60851-6:1997, MOD)
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NM60851-6 de 01/2006 - Fios para enrolamentos - Métodos de ensaios - Parte 6: Propriedades térmicas (IEC 60851-6:1997, MOD)

Especifica os métodos de ensaios 9 - Choque térmico; 10 - Termoplasticidade; 15 - Índice de temperatura e 21 - Perda de massa

Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferros elétricos de passar roupa (IEC 60335-2-3:1993 MOD)
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NM60335-2-3 de 03/2005 - Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferros elétricos de passar roupa (IEC 60335-2-3:1993 MOD)

Trata da segurança de ferros elétricos de passar roupa a seco e de ferros a vapor, incluindo aqueles com reservatório de água separado ou gerador de vapor separado com capacidade não excedendo a 5 L, para utilização doméstica e similar, cuja tensão nom...

Aços-ferramenta - Parte 1: Classificação, designação e composição química
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NM122-1 de 12/2004 - Aços-ferramenta - Parte 1: Classificação, designação e composição química

Estabelece classificação, designação e composição química dos aços-ferramenta.

Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferramentas móveis de aquecimento e aparelhos similares (IEC 60335-2-45:1996, MOD)
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NM60335-2-45 de 11/2004 - Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferramentas móveis de aquecimento e aparelhos similares (IEC 60335-2-45:1996, MOD)

Trata da segurança de ferramentas de aquecimento elétricas portáteis e aparelhos similares, nos quais a tensão nominal não é superior a 250 V.

Condições de ensaio para fresadoras comandadas manualmente com mesa de altura fixa - Ensaio de exatidão - Parte 1: Máquinas com eixo árvore horizontal
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NM-ISO1984-1 de 06/2004 - Condições de ensaio para fresadoras comandadas manualmente com mesa de altura fixa - Ensaio de exatidão - Parte 1: Máquinas com eixo árvore horizontal

Especifica os ensaios geométricos e os de usinagem, de aplicação geral e as fresadoras de exatidão normal com mesa de altura fixa e com eixo árvore horizontal. Também especifica as tolerâncias aplicadas correspondentes aos ensaios mencionados.

Condições de ensaio para centros de usinagem - Parte 9: Avaliação dos tempos de operação nas trocas de ferramenta e troca de palete
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NM-ISO10791-9 de 04/2004 - Condições de ensaio para centros de usinagem - Parte 9: Avaliação dos tempos de operação nas trocas de ferramenta e troca de palete

Especifica certas condições de ensaios normalizados de acesso a períodos convencionais de tempos de operação, utilizados pela máquina ao se utilizar diferentes funções de corte em metais. Esta considera dois tipos de tempos de operação, denominados pel...

Corpo de calibrador tampão liso cilíndrico "não passa" para furos com diâmetro nominal de 1 mm até 40 mm, para uso geral e em mecânica de precisão
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NM290-1 de 02/2004 - Corpo de calibrador tampão liso cilíndrico "não passa" para furos com diâmetro nominal de 1 mm até 40 mm, para uso geral e em mecânica de precisão

Especifica as dimensões e características para corpo de calibrador tampão liso cilíndrico "não passa", componente do calibrador tampão passa - não passa.

Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive - Parte 2: Métodos de ensaios (IEC 60245-2 MOD)
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NM287-2 de 12/2003 - Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive - Parte 2: Métodos de ensaios (IEC 60245-2 MOD)

Fornece os métodos de ensaios especificados em todas as outras partes e que não são previstos na NM-IEC 60811.

Código de ensaio para máquinas-ferramenta - Parte 3: Determinação de efeitos térmicos
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NM-ISO230-3 de 12/2003 - Código de ensaio para máquinas-ferramenta - Parte 3: Determinação de efeitos térmicos

Define três métodos de ensaio: ensaio de erro de variação de temperatura ambiental (EVTA); distorção térmica causada pela rotação de eixo-árvore; distorção térmica causada pelo movimento dos eixos lineares.

Segurança de brinquedos - Parte 5: Jogos químicos distintos de jogos de experimentos
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NM300-5 de 12/2002 - Segurança de brinquedos - Parte 5: Jogos químicos distintos de jogos de experimentos

Estabelece os requisitos para as substâncias e os materiais que são utilizados nos jogos químicos que não sejam jogos de experimentos.

Agregado graúdo - Determinação da absorção de água
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NM64 em 09/2002 - Agregado graúdo - Determinação da absorção de água

Estabelece o método para a determinação da absorção de água dos agregados graúdos, na condição saturados superfície seca, destinados ao uso em concreto.

Papel e cartão - Medida do brilho especular - Parte 1: Brilho a 75° com radiação convergente, método TAPPI
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NM-ISO8254-1 de 08/2002 - Papel e cartão - Medida do brilho especular - Parte 1: Brilho a 75° com radiação convergente, método TAPPI

Especifica um método para medir o brilho especular do papel em um ângulo de 75° em relação a normal à superfície do papel. Apesar de sua principal aplicação ser para papéis revestidos, também pode ser utilizada com papéis brilhantes não-revestidos tais...

Ensaios não destrutivos - Exame por correntes parasitas de produtos tubulares de aço, usando saturação magnética
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NM263 de 11/2001 - Ensaios não destrutivos - Exame por correntes parasitas de produtos tubulares de aço, usando saturação magnética

Estabelece o procedimento para o exame por correntes parasitas para detecção de descontinuidades em tubos e tubulações ferromagnéticos, quando o material a ser examinado se comporta como não magnético quando da aplicação de um campo magnético forte, co...

Máquinas rodoviárias - Sistemas de frenagem de máquinas equipadas com pneus - Requisitos de sistemas e de desempenho e procedimentos de ensaio
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NM-ISO3450 de 01/2001 - Máquinas rodoviárias - Sistemas de frenagem de máquinas equipadas com pneus - Requisitos de sistemas e de desempenho e procedimentos de ensaio

Especifica o desempenho mínimo e o critério de ensaio para sistemas de freio para possibilitar avaliação uniforme da capacidade de frenagem de máquinas rodoviárias que operam em canteiro de obras ou trafegam em vias públicas.

Finos de coque metalúrgico para uso como carburante em aciaria - Especificações e condições de fornecimento
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NM235 de 12/2000 - Finos de coque metalúrgico para uso como carburante em aciaria - Especificações e condições de fornecimento

Estabelece os requisitos e condições de fornecimento dos finos coque metalúrgico utilizados como carburante em aciaria.

Revestimento epoxídicos aplicados em pó sobre tubos de aço para condução enterrados ou submersos, com proteção catódica - Requisitos
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NM239 de 12/2000 - Revestimento epoxídicos aplicados em pó sobre tubos de aço para condução enterrados ou submersos, com proteção catódica - Requisitos

Estabelece os requisitos a serem atendidos pelos revestimentos epoxídicos aplicados em pó com posterior fusão, destinados à proteção externa ou interna de tubos de aço e suas conexões, que são instalados sob a terra, sob água doce ou salgada, não expos...

Tubos sanitários sem costura e soldados de aço inoxidável austenítico
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NM218 de 08/2000 - Tubos sanitários sem costura e soldados de aço inoxidável austenítico

Estabelece os requisitos para tubos sanitários sem costura e soldados de aço inoxidável austenítico aptos para a indústria láctea e alimentícia, com acabamentos superficiais especiais.

Tubos de aço carbono soldados e sem costura, galvanizados por imersão a quente ou sem galvanização para condução de fluidos
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NM210 de 01/2000 - Tubos de aço carbono soldados e sem costura, galvanizados por imersão a quente ou sem galvanização para condução de fluidos

Estabelece os requisitos que devem atender os tubos de aço carbono soldados e sem costura, zincados por imersão a quente ou sem galvanização, para condução de fluídos, de NPS compreendido entre 1/8 e 26 inclusive e com as espessura nominais de parede i...

Tecnologia gráfica - Controle de processo - Preparação de chapas offset
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NM-ISO12218 de 10/1999 - Tecnologia gráfica - Controle de processo - Preparação de chapas offset

Define a terminologia unificda, os métodos de prova e os requisitos para o controle do processo de preparação de chapas offset.

Tubos de aço inoxidável austenítico com e sem costura para usos gerais
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NM143 de 01/1998 - Tubos de aço inoxidável austenítico com e sem costura para usos gerais

Estabelecer os registros para os tubos de espessura requerida de aço inoxidável nos graus de material definidos na tabela 1. As dimensões usualmente cobertas por esta especificação vão desde 6,4 mm de diâmetro interno e maiores e espessura nominal de 0...

Requisitos gerais para produtos laminados planos de aço carbono e de aço baixa liga e alta resistência - Parte 3: Chapas grossas produzidas em laminador reversível
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NM144-3 de 01/1998 - Requisitos gerais para produtos laminados planos de aço carbono e de aço baixa liga e alta resistência - Parte 3: Chapas grossas produzidas em laminador reversível

Estabelece as condições exigíveis para encomenda, fabricação e fornecimento a que devem obedecer as chapas grossas, de aço carbono e de aço de baixa liga e alta resistência, com espessuras compreendidas entre 5 e 180 mm, ambos inclusive e largura maior...

Tubos de aço carbono sem costura para caldeiras em serviços de alta pressão
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NM150 de 01/1998 - Tubos de aço carbono sem costura para caldeiras em serviços de alta pressão

Estabelece os requisitos que devem ser atendidos pelos tubos de aço carbono para caldeiras em serviço de alta pressão.

Ferroligas e outros aditivos - Vocabulário - Parte 1: Materiais
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NM-COPANT1603-1 de 01/1998 - Ferroligas e outros aditivos - Vocabulário - Parte 1: Materiais

Define os termos relativos às especificações e às condições de entrega de ferroligas e outros aditivos.

Agregados - Verificação da reatividade potencial pelo método químico

NM28 de 01/1994 - Agregados - Verificação da reatividade potencial pelo método químico

  • Prescreve método químico para verificação da reatividade potencial de agregados com álcalis do cimento. Agregados - Verificação da reatividade potencial pelo método químico
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Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em vasos e tanques de plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) - Procedimento

NM337 de 08/2014 - Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em vasos e tanques de plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) - Procedimento

  • Estabelece os requisitos para o ensaio de emissão acústica (EA) de vasos e tanques (equipamentos) de plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) sobre pressão ou vácuo para determinar sua integridade estrutural. Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em vasos e tanques de plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) - Procedimento
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Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em tubos reforçados com resina termocurada - Procedimento

NM338 de 08/2014 - Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em tubos reforçados com resina termocurada - Procedimento

  • Estabelece os requisitos mínimos para a inspeção ou monitoração por emissão acústica (EA) de tubos reforçados com resina termocurada (TRRT), para determinar a integridade estrutural. É aplicável a tubos, acessórios, juntas e tubulações. Ensaios não destrutivos - Ensaio de emissão acústica (EA) em tubos reforçados com resina termocurada - Procedimento
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Laboratório clínico - Pré-analítico - Parte 4 - Critérios de rejeição para amostras biológicas

NM311-4 de 02/2009 - Laboratório clínico - Pré-analítico - Parte 4 - Critérios de rejeição para amostras biológicas

  • Estabelece os critérios a ser considerados para a rejeição de amostras biológicas, reduzindo com isto a interferência pré-analitica decorrente de amostras coletadas inadequadamente. Laboratório clínico - Pré-analítico - Parte 4 - Critérios de rejeição para amostras biológicas
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Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 1 - Requisitos gerais e definições (ISO 155-00-1 :2000, IDT)

NM-ISO15500-1 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 1 - Requisitos gerais e definições (ISO 155-00-1 :2000, IDT)

  • A Parte 1 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao uso nos tipos de veículos motorizados definidos na ISO 3833. Fornece também princípios gerais de projeto, ... Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 1 - Requisitos gerais e definições (ISO 155-00-1 :2000, IDT)
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Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 12 - Válvula de alívio de pressão (PRV) (ISO 15500-12:2001, 101)

NM-ISO15500-12 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 12 - Válvula de alívio de pressão (PRV) (ISO 15500-12:2001, 101)

  • A Parte 12 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao uso nos tipos de veículos a motor definidos na IS03833. Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 12 - Válvula de alívio de pressão (PRV) (ISO 15500-12:2001, 101)
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Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 14 - Válvula de excesso de fluxo (ISO 15500-14:2002, 101)

NM-ISO15500-14 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 14 - Válvula de excesso de fluxo (ISO 15500-14:2002, 101)

  • A Parte 14 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao uso nos tipos de veículos a motor definidos na IS03833. Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás NaturalComprimido (GNC) - Parte 14 - Válvula de excesso de fluxo (ISO 15500-14:2002, 101)
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Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 2 - Desempenho e métodos gerais de ensaio (ISO 15500-2:2001, IDT)

NM-ISO15500-2 de 01/2009 - Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 2 - Desempenho e métodos gerais de ensaio (ISO 15500-2:2001, IDT)

  • A Parte 2 da NM-ISO15500 especifica requisitos gerais e definições de componentes de sistema de combustível gás natural comprimido, destinados ao o uso nos tipos de veículos motorizados definidos na ISO 3833. Fornece também princípios gerais de projeto... Veículos rodoviários - Componentes de sistema de combustível a Gás Natural Comprimido (GNC) - Parte 2 - Desempenho e métodos gerais de ensaio (ISO 15500-2:2001, IDT)
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Materiais metálicos - Dureza Rockwell - Parte 1: Medição da dureza Rockwell (escalas A, B, C, D, E, F, G, H e K) e Rockwell superfícial (escalas 15N, 30N, 45N, 15T, 30 T e 45 T)

NM146-1 em 11/2008 - Materiais metálicos - Dureza Rockwell - Parte 1: Medição da dureza Rockwell (escalas A, B, C, D, E, F, G, H e K) e Rockwell superfícial (escalas 15N, 30N, 45N, 15T, 30 T e 45 T)

  • Especifica o método para determinação de dureza Rockwell e Rockwell superficial para materiais metálicos. Materiais metálicos - Dureza Rockwell - Parte 1: Medição da dureza Rockwell (escalas A, B, C, D, E, F, G, H e K) e Rockwell superfícial (escalas 15N, 30N, 45N, 15T, 30 T e 45 T)
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Diretrizes para auditoria ambiental - Princípios gerais

NM-ISO14010 em 08/2007 - Diretrizes para auditoria ambiental - Princípios gerais

  • Estabelece os princípios gerais de auditoria ambiental aplicáveis a todos os tipos de auditorias ambientais. É recomendado que qualquer atividade definida como uma auditoria ambiental de acordo com esta Norma satisfaça às recomendações nela constantes. Diretrizes para auditoria ambiental - Princípios gerais
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Laboratório de análises clínicas - Instruções de utilização dos equipamentos para diagnóstico in vitro para uso profissional

NM319 de 08/2007 - Laboratório de análises clínicas - Instruções de utilização dos equipamentos para diagnóstico in vitro para uso profissional

  • Especifica os requisitos aplicáveis ao conteúdo das instruções de uso dos equipamentos para diagnóstico in vitro (IVD ou DIV) para utilização profissional. Laboratório de análises clínicas - Instruções de utilização dos equipamentos para diagnóstico in vitro para uso profissional
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Papel, cartão e pastas celulósicas - Determinação do pH de extratos aquosos - Parte 2: Extração a quente

NM-ISO6588-2 de 03/2007 - Papel, cartão e pastas celulósicas - Determinação do pH de extratos aquosos - Parte 2: Extração a quente

  • Especifica um método para a determinação do valor de pH, definido por eletrólitos extraíveis por água quente de uma amostra de papel, cartão ou pasta celulósica. esta parte da NM-ISO 6588 é aplicável a todos dos tipos de papel, cartão e pasta celulósic... Papel, cartão e pastas celulósicas - Determinação do pH de extratos aquosos - Parte 2: Extração a quente
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Papel e cartão - Amostragem para determinação da qualidade média

NM-ISO186 de 04/2006 - Papel e cartão - Amostragem para determinação da qualidade média

  • Especifica um método para obter uma amostra representativa de um lote de papel ou cartão, incluindo papelão sólido e ondulado, a ser ensaiado para determinar se sua qualidade média cumpre ou não com as especificações estabelecidas. Papel e cartão - Amostragem para determinação da qualidade média
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Fios para enrolamentos - Métodos de ensaios - Parte 6: Propriedades térmicas (IEC 60851-6:1997, MOD)

NM60851-6 de 01/2006 - Fios para enrolamentos - Métodos de ensaios - Parte 6: Propriedades térmicas (IEC 60851-6:1997, MOD)

  • Especifica os métodos de ensaios 9 - Choque térmico; 10 - Termoplasticidade; 15 - Índice de temperatura e 21 - Perda de massa Fios para enrolamentos - Métodos de ensaios - Parte 6: Propriedades térmicas (IEC 60851-6:1997, MOD)
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Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferros elétricos de passar roupa (IEC 60335-2-3:1993 MOD)

NM60335-2-3 de 03/2005 - Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferros elétricos de passar roupa (IEC 60335-2-3:1993 MOD)

  • Trata da segurança de ferros elétricos de passar roupa a seco e de ferros a vapor, incluindo aqueles com reservatório de água separado ou gerador de vapor separado com capacidade não excedendo a 5 L, para utilização doméstica e similar, cuja tensão nom... Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferros elétricos de passar roupa (IEC 60335-2-3:1993 MOD)
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Aços-ferramenta - Parte 1: Classificação, designação e composição química

NM122-1 de 12/2004 - Aços-ferramenta - Parte 1: Classificação, designação e composição química

  • Estabelece classificação, designação e composição química dos aços-ferramenta. Aços-ferramenta - Parte 1: Classificação, designação e composição química
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Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferramentas móveis de aquecimento e aparelhos similares (IEC 60335-2-45:1996, MOD)

NM60335-2-45 de 11/2004 - Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferramentas móveis de aquecimento e aparelhos similares (IEC 60335-2-45:1996, MOD)

  • Trata da segurança de ferramentas de aquecimento elétricas portáteis e aparelhos similares, nos quais a tensão nominal não é superior a 250 V. Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares - Parte 2: Requisitos particulares para ferramentas móveis de aquecimento e aparelhos similares (IEC 60335-2-45:1996, MOD)
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Condições de ensaio para fresadoras comandadas manualmente com mesa de altura fixa - Ensaio de exatidão - Parte 1: Máquinas com eixo árvore horizontal

NM-ISO1984-1 de 06/2004 - Condições de ensaio para fresadoras comandadas manualmente com mesa de altura fixa - Ensaio de exatidão - Parte 1: Máquinas com eixo árvore horizontal

  • Especifica os ensaios geométricos e os de usinagem, de aplicação geral e as fresadoras de exatidão normal com mesa de altura fixa e com eixo árvore horizontal. Também especifica as tolerâncias aplicadas correspondentes aos ensaios mencionados. Condições de ensaio para fresadoras comandadas manualmente com mesa de altura fixa - Ensaio de exatidão - Parte 1: Máquinas com eixo árvore horizontal
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Condições de ensaio para centros de usinagem - Parte 9: Avaliação dos tempos de operação nas trocas de ferramenta e troca de palete

NM-ISO10791-9 de 04/2004 - Condições de ensaio para centros de usinagem - Parte 9: Avaliação dos tempos de operação nas trocas de ferramenta e troca de palete

  • Especifica certas condições de ensaios normalizados de acesso a períodos convencionais de tempos de operação, utilizados pela máquina ao se utilizar diferentes funções de corte em metais. Esta considera dois tipos de tempos de operação, denominados pel... Condições de ensaio para centros de usinagem - Parte 9: Avaliação dos tempos de operação nas trocas de ferramenta e troca de palete
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Corpo de calibrador tampão liso cilíndrico "não passa" para furos com diâmetro nominal de 1 mm até 40 mm, para uso geral e em mecânica de precisão

NM290-1 de 02/2004 - Corpo de calibrador tampão liso cilíndrico "não passa" para furos com diâmetro nominal de 1 mm até 40 mm, para uso geral e em mecânica de precisão

  • Especifica as dimensões e características para corpo de calibrador tampão liso cilíndrico "não passa", componente do calibrador tampão passa - não passa. Corpo de calibrador tampão liso cilíndrico "não passa" para furos com diâmetro nominal de 1 mm até 40 mm, para uso geral e em mecânica de precisão
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Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive - Parte 2: Métodos de ensaios (IEC 60245-2 MOD)

NM287-2 de 12/2003 - Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive - Parte 2: Métodos de ensaios (IEC 60245-2 MOD)

  • Fornece os métodos de ensaios especificados em todas as outras partes e que não são previstos na NM-IEC 60811. Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive - Parte 2: Métodos de ensaios (IEC 60245-2 MOD)
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Código de ensaio para máquinas-ferramenta - Parte 3: Determinação de efeitos térmicos

NM-ISO230-3 de 12/2003 - Código de ensaio para máquinas-ferramenta - Parte 3: Determinação de efeitos térmicos

  • Define três métodos de ensaio: ensaio de erro de variação de temperatura ambiental (EVTA); distorção térmica causada pela rotação de eixo-árvore; distorção térmica causada pelo movimento dos eixos lineares. Código de ensaio para máquinas-ferramenta - Parte 3: Determinação de efeitos térmicos
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Segurança de brinquedos - Parte 5: Jogos químicos distintos de jogos de experimentos

NM300-5 de 12/2002 - Segurança de brinquedos - Parte 5: Jogos químicos distintos de jogos de experimentos

  • Estabelece os requisitos para as substâncias e os materiais que são utilizados nos jogos químicos que não sejam jogos de experimentos. Segurança de brinquedos - Parte 5: Jogos químicos distintos de jogos de experimentos
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Agregado graúdo - Determinação da absorção de água

NM64 em 09/2002 - Agregado graúdo - Determinação da absorção de água

  • Estabelece o método para a determinação da absorção de água dos agregados graúdos, na condição saturados superfície seca, destinados ao uso em concreto. Agregado graúdo - Determinação da absorção de água
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Papel e cartão - Medida do brilho especular - Parte 1: Brilho a 75° com radiação convergente, método TAPPI

NM-ISO8254-1 de 08/2002 - Papel e cartão - Medida do brilho especular - Parte 1: Brilho a 75° com radiação convergente, método TAPPI

  • Especifica um método para medir o brilho especular do papel em um ângulo de 75° em relação a normal à superfície do papel. Apesar de sua principal aplicação ser para papéis revestidos, também pode ser utilizada com papéis brilhantes não-revestidos tais... Papel e cartão - Medida do brilho especular - Parte 1: Brilho a 75° com radiação convergente, método TAPPI
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Ensaios não destrutivos - Exame por correntes parasitas de produtos tubulares de aço, usando saturação magnética

NM263 de 11/2001 - Ensaios não destrutivos - Exame por correntes parasitas de produtos tubulares de aço, usando saturação magnética

  • Estabelece o procedimento para o exame por correntes parasitas para detecção de descontinuidades em tubos e tubulações ferromagnéticos, quando o material a ser examinado se comporta como não magnético quando da aplicação de um campo magnético forte, co... Ensaios não destrutivos - Exame por correntes parasitas de produtos tubulares de aço, usando saturação magnética
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Máquinas rodoviárias - Sistemas de frenagem de máquinas equipadas com pneus - Requisitos de sistemas e de desempenho e procedimentos de ensaio

NM-ISO3450 de 01/2001 - Máquinas rodoviárias - Sistemas de frenagem de máquinas equipadas com pneus - Requisitos de sistemas e de desempenho e procedimentos de ensaio

  • Especifica o desempenho mínimo e o critério de ensaio para sistemas de freio para possibilitar avaliação uniforme da capacidade de frenagem de máquinas rodoviárias que operam em canteiro de obras ou trafegam em vias públicas. Máquinas rodoviárias - Sistemas de frenagem de máquinas equipadas com pneus - Requisitos de sistemas e de desempenho e procedimentos de ensaio
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Finos de coque metalúrgico para uso como carburante em aciaria - Especificações e condições de fornecimento

NM235 de 12/2000 - Finos de coque metalúrgico para uso como carburante em aciaria - Especificações e condições de fornecimento

  • Estabelece os requisitos e condições de fornecimento dos finos coque metalúrgico utilizados como carburante em aciaria. Finos de coque metalúrgico para uso como carburante em aciaria - Especificações e condições de fornecimento
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Revestimento epoxídicos aplicados em pó sobre tubos de aço para condução enterrados ou submersos, com proteção catódica - Requisitos

NM239 de 12/2000 - Revestimento epoxídicos aplicados em pó sobre tubos de aço para condução enterrados ou submersos, com proteção catódica - Requisitos

  • Estabelece os requisitos a serem atendidos pelos revestimentos epoxídicos aplicados em pó com posterior fusão, destinados à proteção externa ou interna de tubos de aço e suas conexões, que são instalados sob a terra, sob água doce ou salgada, não expos... Revestimento epoxídicos aplicados em pó sobre tubos de aço para condução enterrados ou submersos, com proteção catódica - Requisitos
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Tubos sanitários sem costura e soldados de aço inoxidável austenítico

NM218 de 08/2000 - Tubos sanitários sem costura e soldados de aço inoxidável austenítico

  • Estabelece os requisitos para tubos sanitários sem costura e soldados de aço inoxidável austenítico aptos para a indústria láctea e alimentícia, com acabamentos superficiais especiais. Tubos sanitários sem costura e soldados de aço inoxidável austenítico
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Tubos de aço carbono soldados e sem costura, galvanizados por imersão a quente ou sem galvanização para condução de fluidos

NM210 de 01/2000 - Tubos de aço carbono soldados e sem costura, galvanizados por imersão a quente ou sem galvanização para condução de fluidos

  • Estabelece os requisitos que devem atender os tubos de aço carbono soldados e sem costura, zincados por imersão a quente ou sem galvanização, para condução de fluídos, de NPS compreendido entre 1/8 e 26 inclusive e com as espessura nominais de parede i... Tubos de aço carbono soldados e sem costura, galvanizados por imersão a quente ou sem galvanização para condução de fluidos
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Tecnologia gráfica - Controle de processo - Preparação de chapas offset

NM-ISO12218 de 10/1999 - Tecnologia gráfica - Controle de processo - Preparação de chapas offset

  • Define a terminologia unificda, os métodos de prova e os requisitos para o controle do processo de preparação de chapas offset. Tecnologia gráfica - Controle de processo - Preparação de chapas offset
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Tubos de aço inoxidável austenítico com e sem costura para usos gerais

NM143 de 01/1998 - Tubos de aço inoxidável austenítico com e sem costura para usos gerais

  • Estabelecer os registros para os tubos de espessura requerida de aço inoxidável nos graus de material definidos na tabela 1. As dimensões usualmente cobertas por esta especificação vão desde 6,4 mm de diâmetro interno e maiores e espessura nominal de 0... Tubos de aço inoxidável austenítico com e sem costura para usos gerais
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Requisitos gerais para produtos laminados planos de aço carbono e de aço baixa liga e alta resistência - Parte 3: Chapas grossas produzidas em laminador reversível

NM144-3 de 01/1998 - Requisitos gerais para produtos laminados planos de aço carbono e de aço baixa liga e alta resistência - Parte 3: Chapas grossas produzidas em laminador reversível

  • Estabelece as condições exigíveis para encomenda, fabricação e fornecimento a que devem obedecer as chapas grossas, de aço carbono e de aço de baixa liga e alta resistência, com espessuras compreendidas entre 5 e 180 mm, ambos inclusive e largura maior... Requisitos gerais para produtos laminados planos de aço carbono e de aço baixa liga e alta resistência - Parte 3: Chapas grossas produzidas em laminador reversível
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Tubos de aço carbono sem costura para caldeiras em serviços de alta pressão

NM150 de 01/1998 - Tubos de aço carbono sem costura para caldeiras em serviços de alta pressão

  • Estabelece os requisitos que devem ser atendidos pelos tubos de aço carbono para caldeiras em serviço de alta pressão. Tubos de aço carbono sem costura para caldeiras em serviços de alta pressão
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Ferroligas e outros aditivos - Vocabulário - Parte 1: Materiais

NM-COPANT1603-1 de 01/1998 - Ferroligas e outros aditivos - Vocabulário - Parte 1: Materiais

  • Define os termos relativos às especificações e às condições de entrega de ferroligas e outros aditivos. Ferroligas e outros aditivos - Vocabulário - Parte 1: Materiais
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